Esporte

Orlando Silva foi escolhido pelo presidente Lula, em 2006, como o ministro do Esporte do Brasil, cargo que ocupou até 2011, e onde criou programas como o Bolsa Atleta, instituído pela lei 10.891/2004, um dos maiores programas de apoio direto a atletas de alto rendimento do mundo, além de programas sociais como Segundo Tempo e Esporte e Lazer das Cidades, oferecendo atividade física orientada para um número de jovens e crianças nunca antes alcançado no Brasil.

Também foi elaborada e implantada a Lei de Incentivo ao Esporte, estímulo fiscal para investimento privado no esporte, uma reivindicação de 40 anos do setor. Foi garantida a ampliação da produção de ciências do esporte e implantou medidas para apoiar o futebol, sobretudo os clubes formadores.

Durante sua gestão, o Brasil foi escolhido sede do Mundial de Futebol de 2014 e a Cidade do Rio de Janeiro, sede das Olimpíadas de 2016.

Esteve sob sua alçada os principais Programas:

  • Brasil no Esporte de Alto Rendimento
  • Esporte e Lazer da Cidade
  • Esportes de Criação Nacional e de Identidade Cultural
  • Inserção Social pela Produção de Material Esportivo
  • Rumo ao Pan 2007
  • Segundo Tempo
  • Bolsa Atleta
  • Gestão das Políticas de Esporte e de Lazer
  • Campanha e infraestrutura preconizadora das Olimpíadas e Paraolimpíadas
  • Campanha e Infraestrutura preconizadora da Copa do Mundo de Futebol

Principais pilares de sua política de governo enquanto Ministro de estado do Esporte:

  • Democratizar e universalizar o acesso ao esporte e ao lazer, em todas as suas dimensões;
  • Promover o desenvolvimento humano e a inclusão social por meio do esporte e lazer;
  • Fomentar a produção e difusão do conhecimento científico e tecnológico do esporte e do lazer;
  • Fortalecer o esporte de alto rendimento, elevando o nível esportivo do País;
  • Implementar e desenvolver o Sistema Nacional de Esporte e Lazer;
  • Fomentar a geração de emprego e renda, a indústria nacional e a cadeia produtiva do esporte e do lazer, potencializando o crescimento do País;
  • Potencializar o desenvolvimento do esporte escolar para crianças, adolescentes e jovens, contribuindo com a melhoria da qualidade de ensino;
  • Ampliar e qualificar a infraestrutura de esporte e do lazer no País.

Principais Programas:

  • Segundo Tempo:Programa Social que atende a crianças e jovens do ensino fundamental e do ensino médio de escolas públicas, oferecendo atividades esportivas, além de reforço escolar e reforço alimentar no contraturno das aulas. Visava colaborar para a inclusão social, o bem-estar físico, a promoção da saúde e o desenvolvimento intelectual e humano, além de assegurar o exercício da cidadania.
  • Programa Esporte e Lazer da Cidade:Inicialmente distribuído em 618 núcleos de 400 Municípios, culminou no início do funcionamento das novas unidades do Centro de Desenvolvimento de Esporte Recreativo e de Lazer, que sedimentarão, ao longo do tempo, as noções de boas práticas esportivas, a produção e difusão de conhecimento científico e tecnológico na área esportiva, na busca pelo aprimoramento da prática do esporte recreativo e do lazer.
  • Programa Pintando a Liberdade e o Pintando a Cidadania: que levaram uma alternativa profissionalizante a detentos e jovens em situação de risco social, através da produção de materiais esportivos. Inicialmente proporcionou a geração de emprego direto para 12.700 internos do Sistema Penal Brasileiro e absorveu a mão-de-obra de 1.873 pessoas.
  • Programa Bolsa-Atleta: que assegurava renda fixa àqueles que não têm patrocínio, mas apresentam bom desempenho em provas nacionais e internacionais, desse modo, oferecendo esportista tranquilidade para treinar e dedicar-se ao seu aperfeiçoamento, cujo mérito foi reconhecido pelo Presidente da República à época. No Pan e no Parapan: subiram no pódio 103 bolsistas de várias modalidades.

O Programa enfrentou a fragilidade institucional estrutura do esporte nos Estados e Municípios, e a ausência de órgãos específicos e de conselhos estaduais e municipais para efetivar a gestão e o controle social, que dificultavam de modo significativo a apropriação pela população da política de esporte como uma política de Estado, e não apenas deste ou de outro Governo. A partir de sua gestão e da popularização dos convênios via programas do ME, isso passou a mudar, de modo a ampliar a estrutura institucional do esporte em todo país.Tornou-se referência no País e perpassou vários governos desde a sua criação, como um pilar fundamental da Política Nacional de Esporte.

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